5 provas de que é fácil aprender inglês / 5 reasons that make English an easy language to learn

  1. Sem acentos. Sim, menos confusão na hora de escrever! Ok, existem sim algumas palavras usadas em inglês e que são acentuadas, mas foram empréstimos de outras línguas, geralmente do francês ou do espanhol, como fiancée ou jalapeño. Porém, com o passar do tempo, até mesmo essas palavras podem sofrer um processo de anglicização e perder o acento. É o caso da palavra canyon (originalmente cañon, em espanhol). Ela foi adaptada em sua escrita, conforme a pronúncia dos falantes do inglês, e assim o “ñ” deixou de ser usado.
  1. Coisas não têm gênero. Para seres humanos do sexo feminino, usa-se “she”, e do masculino, usa-se “he”. Para todo o resto, usa-se o “it”. Ao contrário de quando se aprende outras línguas latinas, por exemplo, nas quais temos que saber se os objetos são femininos ou masculinos. Já repararam esse erro comum dos English speakers ao falar português? “O mesa”, “a envelope”. Depois que você se acostumou que os objetos são tratados apenas como it, dá um trabalhão ter que se lembrar quais são “meninos” e quais são “meninas”. O artigo, seja definido (the) ou indefinido (a/an) que va antes do substantivo também não se altera. Mas você pode encontrar algumas exceções. Se ler algum texto em inglês que trate sobre algum navio, você verá que estes são considerados “femininos”. Sim, nos referimos a um navio como she, em inglês, o que também contrasta com o gênero desta palavra em português ou espanhol.
  1. Os verbos variam bem menos. Enquanto que no português os verbos mudam completamente conforme o sujeito que executa a ação e conforme o tempo verbal, em inglês isso é menos frequente. No presente, eles continuam exatamente do mesmo jeito que no infinitivo, sendo que apenas a terceira pessoa do singular (he/she/it) muda, geralmente acrescentando um ‘s’ ao final. I work, you work, he/she/it works, we work, you work, they work. No passado simples, por exemplo, mesmo os verbos irregulares ficam iguais para qualquer pronome. Mais fácil ainda. I/you/he/she/it/we/you/they bought.
  1. Referências, referências, referências! Encontramos referências toda vez que ligamos a TV ou o rádio, nas bancas de jornal, até nas menores livrarias, em nomes que ouvimos na rua, nas prateleiras do supermercado, em nomes de empresas, e assim por diante.
  1. Imperativo mais simples do que nunca. Ele não tem uma versão mais formal e outra mais informal, nem fica diferente do verbo no infinitivo, e nem muda conforme você esteja usando o imperativo na segunda pessoa do plural ou do singular. Se for afirmativo, ele fica exatamente igual ao verbo no infinitivo (eat, stop, go) e se for negativo, basta acrescentar um “don’t” na frente do verbo (don’t eat, don’t stop, don’t go). Simples assim!

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  1. No diacritics. Yes, less confusion when you’re writing! Ok, there are some accented words used in English, but they are loanwords, usually from French or Spanish, such as fiancée or jalapeño. However, as time goes by, even these words can be submitted to an Anglicization process and loose the accent. This is what happened with the word canyon (originally cañon, from Spanish). Its spelling was adapted to fit the pronunciation of English speakers, so the “ñ” was dropped.
  1. Things are not classified by gender. For female human beings, we use “she”, and for males, we use “he”. For all the rest, we use “it”. On the contrary to when one is learning other Latin languages, for example, in which we must know if the objects are feminine or masculine. Have you ever noticed that this is a common mistake of English speakers when they speak Portuguese? “O mesa” (the table), “a envelope” (the envelope). If you’re used to objects being referred to just as it, it’s such a hard work to remember which of them are “boys” and which are “girls”. The article before the noun, no matter if it’s definite (the) or indefinite (a/an) doesn’t change either. But you can find some exceptions. If you read a text in English, about a ship, you’ll notice that they’re considered “females”. Yes, we refer to a ship as she, in English, which also contrasts with the gender of this word in Portuguese and Spanish.
  1. Verbs don’t vary so often. Whereas in Portuguese the verbs vary a lot, according to the subject that is making the action and according to the verb tense, in English this is less frequent. In the present, they remain exactly the same as in the infinitive, the verb form only changes in the third person singular, usually by adding an ‘s’ in the end. I work, you work, he/she/it works, we work, you work, they work. In the Simple Past, for example, even the irregular verbs stay the same for any pronoun so it’s even easier: I/you/he/she/it/we/you/they bought.
  1. References, references and more references! When it comes to English, we find references every time we turn on the TV or the radio, read the newspaper, even at small bookstores, in the names we hear in the streets, on supermarket shelves, in company names, and so on.
  1. The imperative is easier than ever. There isn’t a formal and informal version, it isn’t different from the verb in the infinitive, and it doesn’t change whether you’re using it in the plural or in the singular. If it’s affirmative, it remains exactly the same as in the infinitive (eat, stop, go), and if it’s negative, you just have to put “don’t” in front of the verb (don’t eat, don’t stop, don’t go). Simple as that!

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